O debate das questões em torno da melhoria da qualidade na Educação não é uma exclusividade só brasileira ou mesmo de países menos desenvolvidos. Muitos países que gozaram de uma economia forte e rica por muito tempo também tem a Educação como foco quando o assunto é qualidade.
No sitio a seguir, o acesso à Educação é debatido e entendido como ferramenta necessária para a mudança de vida (para melhor) de um indivíduo. Nós (educadores) precisamos dessa percepção óbvia aqui no Brasil, pois muitos de nós vêem a Educação (ou a passagem do aluno pela escola) como um castigo, uma etapa obrigatória a ser cumprida, ou pior ainda, como meio para acessar essa ao aquela faculdade renomada ou um concurso público que proporcione um bom salário, prestígio e privilégios, como se essas fossem a garantia da conquista da cidadania.
O sentido de inclusão que a nossa Educação vem difundindo é individual e não coletivo. Estamos ensinando que cidadania é igual a diplomas, títulos e cargos. Desta forma, já que a reforma na Educação é um debate, no mínimo, cinquentenário no Brasil, vemos a lógica do “salve-se quem puder” dissiminada por nossa sociedade. Nem de longe nossa Educação caminha no sentido de construir uma nação.
Aqui no Brasil precisamos olhar para a Educação de maneira mais científica e, no limite, entendê-la dentro de suas funções social, filosófica e cultural. Não podemos mais conceber e praticar uma Educação que serve apenas para excluir, quando o contrário deveria ser uma a regra e não a exceção.
Quem quiser conferir, acesse o sítio eletrônico abaixo:
Live United
Professor Luiz Carlos Rodrigues
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